A merda

Aqui há uns anos, em Ovar, para além de ser frequente a venda itinerante de peixe pelas pescadeiras, também se fazia a venda porta-a-porta de leite pelas leiteiras. Por vezes, as leiteiras resgressavam já de noite a casa por caminhos caliginosos. Para iludir o medo, era habitual trautearem canções alegres e com letras da sua autoria, uma das quais aqui exponho.
 
 
A merda
É uma pasta que se gasta
Em certas ocasiões
 
A merda
É uma coisa retorcida
Que se chama cagalhões
 
Tenho um casaco de merda
Forrado de cagalhões
Os peidos são os teus dentes
E as bufas são os botões

Sobre Sérgio O. Marques

Licenciado em Física/Matemática Aplicada (Astronomia) pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e Mestre em Matemática Aplicada pela mesma instituição, desenvolvo trabalho no PTC (Porto Technical Centre) - Yazaki como Administrador de bases-de-dados. Dentro o meu leque de interesses encontram-se todos os temas afins às disciplinas de Matemática, Física e Astronomia. Porém, como entusiasta, interesso-me por temas relacionados com electrónica, poesia, música e fotografia.
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Uma resposta a A merda

  1. André diz:

    Ovar city!!!
    No coment, by Euro News

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