Hino à porcaria

Em tanta merda
Definha um povo
Num monte de esterco monumental.
A porcaria já mete nojo,
Já enjoa e cheira mal.
Chafurdam os porcos
Nesse degredo,
No seu próprio excremento,
É do nosso conhecimento
Pois isso já não é segredo.
(Refrão)
Às armas, às armas
Sobre a terra, sobre o mar
Às armas, às armas
Dar meia volta e pôr-se andar.
Contra os canhões
Guinchar, guinchar!
Desfralada a invicta bandeira,
Um lindo bocado de pano,
Limpa o vómito à bebedeira
Para depois se meter no cano.
Pode servir
De fralda descartável
Onde se fazer umas poias
E com espertezas saloias
Fazer-se um ar mais agradável.
(Refrão)
De enxurrada
Vem aos montes
Tanta merda em catadupa
Da assembleia onde ela é feita
Até o povo que a chupa.
Estão sempre à rasca,
Capitalistas
Por fazer mais esterquice.
Deixar o país na miséria,
Deixar o país na imundice.
 
(Refrão)
 
Esta letra foi integralmente escrita por mim. Qualquer semelhança com outra letra já existente é pura coincidência.

Sobre Sérgio O. Marques

Licenciado em Física/Matemática Aplicada (Astronomia) pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e Mestre em Matemática Aplicada pela mesma instituição, desenvolvo trabalho no PTC (Porto Technical Centre) - Yazaki como Administrador de bases-de-dados. Dentro o meu leque de interesses encontram-se todos os temas afins às disciplinas de Matemática, Física e Astronomia. Porém, como entusiasta, interesso-me por temas relacionados com electrónica, poesia, música e fotografia.
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