Passa

Passa brando aceno jovial
Cortês. Singelo passa
E quando passa, abraça
Sorrisos de um amor cabal.
 
Quem quer que passe o ama
O asceta que se faz crer
Cândido que a alma inflama.
Mais puro não podia ser!
 
Olho, vejo-lhe o veneno.
Olha-me! Sabe que o temo.
Só eu lhe vejo o mal ruim
Mas sou louco por ser assim.

Sobre Sérgio O. Marques

Licenciado em Física/Matemática Aplicada (Astronomia) pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e Mestre em Matemática Aplicada pela mesma instituição, desenvolvo trabalho no PTC (Porto Technical Centre) - Yazaki como Administrador de bases-de-dados. Dentro o meu leque de interesses encontram-se todos os temas afins às disciplinas de Matemática, Física e Astronomia. Porém, como entusiasta, interesso-me por temas relacionados com electrónica, poesia, música e fotografia.
Esta entrada foi publicada em Poemas. ligação permanente.

Uma resposta a Passa

  1. inexistente diz:

    Para ti especial
    Beijinhos e Boa Sexta
    Madalena

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